Quem responde pelos seus dados
O Sagaz Pet é operado por Guilherme Chinaglia, pessoa física. Quando este documento diz “a gente”, é dessa pessoa que está falando.
Para qualquer assunto de privacidade — pedir uma cópia dos seus dados, corrigir algo errado, tirar uma dúvida ou reclamar —, o endereço é quinalia.guilherme@gmail.com. É a mesma caixa do nosso encarregado de proteção de dados, a pessoa que a LGPD manda existir para falar com você e com a ANPD.
O que a gente coleta
O que você digita
O nome da sua loja, o e-mail que você usa para entrar e, se você autorizar receber a análise no WhatsApp, o seu telefone com o código do país.
O que o Instagram nos entrega, com a sua autorização
Quando você conecta a conta, a Meta nos dá uma chave de leitura da API oficial do Instagram. Com ela, a gente busca uma vez por dia:
- o identificador e o @ da sua conta profissional, e quantos seguidores ela tem;
- o nome, a descrição (a “bio”) e o site que aparecem no seu perfil — é com isso que a gente entende o que a sua loja faz e escreve sugestões que servem para ela, e não para qualquer petshop;
- os números do dia: quantas contas viram o que você publicou, quantas visualizações houve, quantas pessoas tocaram nos seus botões de contato (WhatsApp, telefone, e-mail, endereço) e quantos seguidores entraram e saíram;
- de cada publicação sua: alcance, interações, salvamentos, o formato, a data, o link e a legenda que você escreveu;
- um retrato agregado de quem te acompanha — contagens por cidade, país, faixa etária e gênero. São contagens, nunca uma lista de pessoas.
O que a gente não pede, e por isso não consegue ler
- as suas mensagens e o seu direct;
- os comentários das suas publicações;
- a lista de quem segue você, nome por nome;
- qualquer coisa das suas campanhas de anúncio;
- nada de nenhuma conta que não seja a sua — nem de concorrente, nem de quem te marca.
Isso não é promessa, é o que a Meta nos autorizou a fazer. Das permissões que o Instagram oferece, a gente pediu duas: ler o básico do perfil e ler os insights. Não pedimos permissão para publicar, nem para ler mensagem, nem para ler comentário. Você pode conferir a lista no momento em que o Instagram te pergunta se autoriza.
Cidade com pouca gente a gente descarta
“Duas pessoas de Barão de Cocais seguem você” é, num bairro, uma frase que identifica duas pessoas — o dono conhece a clientela pelo nome. Por isso, quando uma cidade aparece com menos de cinco pessoas, a gente joga fora antes de gravar. O banco recusa esse número mesmo que alguém tente.
O que você escolhe contar
Em “Sobre a sua loja”, no painel, você pode responder sete perguntas sobre o seu negócio — o jeito de falar, a desculpa que você mais ouve de quem não fecha, um caso real da loja, por que você abriu. Nenhuma é obrigatória, você pode apagar cada uma quando quiser, e elas existem para uma coisa só: fazer a análise de segunda ser escrita para a sua loja. Esse texto vai junto com os números para o modelo que redige a análise — como acontece com a descrição do seu perfil — e não é usado para mais nada.
O que o painel registra sozinho
Que telas foram abertas e quando, e os erros técnicos que acontecem. É o que nos permite descobrir que alguma coisa quebrou antes de você precisar avisar.
O que acontece quando você assina
A cobrança é feita pelo Asaas. No momento de assinar, o seu nome, CPF ou CNPJ, e-mail e telefone vão direto para lá. O CPF e o CNPJ não ficam guardados no Sagaz Pet — aqui ficam os códigos que o Asaas devolve, o estado da sua assinatura e os quatro últimos dígitos do documento, que existem para você reconhecer no painel de qual cobrança estamos falando. Dados de cartão nunca passam por nós.
Por que a gente usa cada coisa
A LGPD exige que exista um motivo legal para cada uso. Estes são os nossos:
- Gerar e guardar as suas análises — é o serviço que você contratou. Sem isso não há produto.
- Ler os números do seu Instagram — você autorizou, e pode retirar essa autorização quando quiser, desconectando a conta.
- Mandar a análise e a pauta no WhatsApp — você autorizou, e pode parar de receber sem cancelar a assinatura.
- Cobrar a assinatura e emitir o que a Receita pede — execução do contrato e obrigação legal.
- Guardar o registro do que você autorizou — obrigação legal. É a prova de que a gente tinha o direito de tratar os seus dados.
- Registrar uso e erro do painel — legítimo interesse em manter o serviço de pé, seguro e funcionando.
Com quem a gente divide
A gente não vende os seus dados, não troca e não usa para anúncio. Também não autorizamos ninguém a usar o conteúdo da sua conta para treinar modelos de inteligência artificial.
O que existe são empresas que fazem partes do serviço funcionar. Cada uma recebe só o que precisa:
- Meta — é de onde vêm os números do seu Instagram e é por onde a mensagem de segunda sai no WhatsApp.
- Supabase — é onde o banco de dados mora e onde rodam as rotinas que coletam os números e montam a análise.
- Vercel — hospeda o painel que você abre no navegador.
- Anthropic — escreve o texto da análise. Detalhamos abaixo.
- Asaas — processa a cobrança da assinatura.
O que exatamente vai para a inteligência artificial
Vai o @ da sua conta, os números já calculados pelo nosso código e um trecho da legenda das publicações que você mesmo escreveu. Não vai o seu telefone, o seu e-mail, o nome da sua loja, o seu CPF, nem qualquer coisa sobre uma pessoa específica que segue você.
A inteligência artificial não calcula nada. Quem faz conta é o nosso código; ela recebe os números prontos e escreve o texto em português. Nenhum número que aparece na sua análise saiu da cabeça de um modelo — e existe uma verificação automática que recusa o texto se aparecer um número que não estava nos dados.
Parte disso acontece fora do Brasil
Alguns desses serviços processam dados em servidores nos Estados Unidos e na Europa. A LGPD permite, e é o caso aqui, quando a transferência é necessária para executar o contrato que você assinou.
Por quanto tempo a gente guarda
Enquanto a sua conta existir, o histórico fica
E isso é de propósito. O Instagram só guarda 90 dias de números para trás — depois disso, some. Comparar esta semana com o mesmo mês do ano passado é metade do que a análise consegue te dizer, e só dá para fazer isso porque a gente guarda desde a primeira coleta.
Se o pagamento parar
A conta fica suspensa e os dados continuam guardados por mais 90 dias. É a janela para você voltar sem perder o histórico. Passado esse prazo, a conta entra automaticamente na fila de exclusão.
Se você pedir para apagar
A gente apaga tudo: a conexão com o Instagram, os números coletados, as publicações, as análises geradas e o seu cadastro. Sobram duas coisas, e a lei é o motivo das duas:
- o registro de que você autorizou, sem ligação nenhuma com você — fica a data, a finalidade e o texto que você leu na época, sem nome, sem e-mail, sem telefone. É o que prova que a gente tinha o direito de tratar os seus dados, e por isso é a única coisa que não pode ser apagada junto;
- os lançamentos de cobrança, que a legislação fiscal manda guardar.
Desconectar o Instagram não apaga o histórico que já foi coletado. Ele para de crescer, e o que já está guardado continua seu, no painel. Se você quer que ele desapareça, o caminho é excluir a conta.
O que você pode fazer, e onde
A LGPD te dá um conjunto de direitos. Estes são os caminhos concretos para cada um:
- Ver tudo que você já autorizou — no painel, em “Seus dados”. Aparece a data, a finalidade e o texto exato que você aceitou.
- Parar de receber no WhatsApp — no mesmo lugar, um botão. Não cancela a assinatura: a análise continua sendo gerada e fica no painel.
- Desconectar o Instagram — em Configurações, no painel. Também dá para fazer pelo próprio Instagram, em Configurações → Apps e sites.
- Apagar tudo — em Configurações → Excluir minha conta. Ou pelo Instagram, pedindo a exclusão dos dados: a Meta nos avisa, a gente devolve um endereço para você acompanhar, e o pedido é cumprido do mesmo jeito.
- Pedir uma cópia dos seus dados, corrigir algo errado ou saber com quem dividimos — escreva para quinalia.guilherme@gmail.com. A gente responde em até 15 dias.
- Reclamar de como tratamos os seus dados — você pode nos procurar primeiro, e pode procurar diretamente a ANPD, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados.
Como a gente protege
- A chave que dá acesso de leitura ao seu Instagram fica criptografada no banco, e a senha que a abre mora num cofre separado.
- Cada loja só enxerga as próprias linhas, e essa regra é do banco de dados — não da tela. Uma falha na interface não expõe a conta de outra pessoa.
- Tudo trafega por conexão criptografada.
- Ninguém do nosso lado precisa ler o conteúdo da sua conta para o serviço funcionar.
Nenhum sistema é inviolável, e dizer o contrário seria mentira. Se acontecer um incidente com risco relevante para você, a gente avisa você e a ANPD.
O link da análise abre sem senha
A mensagem que chega no seu WhatsApp tem um botão, e esse botão leva a um endereço secreto e único daquela análise. Quem tiver o endereço abre, sem precisar entrar na sua conta — é o que faz o produto funcionar em dez segundos, no celular, entre um banho e outro.
A consequência é direta: se você encaminhar aquela mensagem, quem receber vê a análise. O endereço não dá acesso ao painel, nem às suas outras análises, nem a nada da sua conta — só àquele documento.
Não é serviço para menor de idade
O Sagaz Pet é para estabelecimentos, contratado por quem responde por eles. A gente não oferece o serviço a menores de 18 anos e não coleta dados de criança ou adolescente de forma consciente. Se souber que isso aconteceu, escreva para quinalia.guilherme@gmail.com que a gente apaga.
Quando este documento mudar
A gente avisa no painel, e a data no topo desta página muda. Se a mudança afetar o que você autorizou, a gente pergunta de novo em vez de presumir.
O registro do que você aceitou guarda o texto daquela época, e não este. É de propósito: a política muda, o que você leu não.